A volta de Juliana Paes ao posto de rainha de bateria da Unidos do Viradouro tem um significado que vai além do desfile deste Carnaval. Em um documentário produzido pela escola de Niterói, a atriz destacou a parceria construída ao longo dos anos com Mestre Ciça, enredo da agremiação em 2026, e definiu o diretor como um “gigantão” do samba.
O reencontro com a Avenida acontece 17 anos após sua última passagem pela função. A escola será uma das atrações desta segunda-feira (16), segundo dia de desfiles do Grupo Especial na Marquês de Sapucaí.
Segundo Juliana, a relação com o homenageado é marcada por amizade, respeito e aprendizado dentro e fora da bateria.
Parceria marcada por aprendizado e admiração
A atriz ressaltou que a liderança de Mestre Ciça vai além da condução musical e está ligada à formação humana de quem passa pela bateria. Para ela, o reconhecimento ao diretor representa também a celebração de sua trajetória no carnaval.
“Falar do Mestre Ciça é falar de um gigante. Aprendi que quando ele está à frente de uma bateria é porque ele forma gente. É isso que faz dele um mestre”, afirmou.
O convite para reassumir o posto partiu do próprio homenageado, fator decisivo para o retorno. Juliana contou que não conseguiu recusar o chamado e que desfilar neste ano tem um valor emocional especial.
Retorno à Sapucaí em ano de homenagem histórica
A atriz vê a participação no desfile como uma forma de agradecimento pela contribuição de Ciça à escola e ao samba. O diretor é apontado como responsável por inspirar diferentes gerações de ritmistas e ajudar a fortalecer a identidade da Viradouro ao longo dos anos.
“É um agradecimento em forma de homenagem. Estar aqui em 2026 ao lado de alguém que admiro profundamente é lindo demais. Orgulho de vestir essa camisa”, declarou.
A expectativa é que o desfile una emoção e reconhecimento na Marquês de Sapucaí, com a comunidade celebrando a história de um dos nomes mais premiados da bateria do carnaval carioca.






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