Reportagem do jornal New York Times, dos Estados Unidos, afirma que o bilionário Elon Musk consumia drogas com frequência enquanto era um dos conselheiros mais próximos do presidente norte–americano Donald Trump. De acordo com a matéria, Musk tomava cetamina com tanta frequência que causava problemas na bexiga. Ele viajava com um suprimento diário de aproximadamente 20 comprimidos, de acordo com a reportagem do jornal, publicada na sexta-feira (30).
Além de cetamina,, o homem mais rico do mundo consumia regularmente ecstasy e cogumelos psicodélicos durante sua ascensão política, segundo disseram ao Times fontes anônimas familiarizadas com suas atividades. O uso de drogas teria se intensificado quando ele doou US$ 275 milhões para a campanha presidencial de Trump e, posteriormente, exerceu poder significativo por meio de sua liderança no “Departamento de Eficiência Governamental”, ou DOGE
Musk anunciou sua saída do serviço público na noite de quarta-feira (28), meses após exibir comportamento com insultos a membros do gabinete e fazer uma saudação nazista em um comício político.
O bilionário negou as informações relatadas pela reportagem. Em uma publicação na rede social X, da qual é proprietário, Musk acusou o jornal americano de mentir em suas alegações. “Aliás, para deixar claro, eu NÃO estou usando drogas! O New York Times estava mentindo descaradamente. Eu experimentei cetamina prescrita há alguns anos e disse isso no X, então isso nem é novidade. Ajuda a sair de buracos mentais sombrios, mas não tomei desde então”, escreveu o CEO de empresas como Tesla e Space X, respondendo ao comentário de um internauta.
O ecstasy é classificado pela Drug Enforcement Administration (DEA) como uma substância controlada de Tabela I, sem uso médico aceito, tornando-o totalmente proibido para funcionários federais — embora Musk tenha sido classificado como um “funcionário especial do governo” e não sujeito às mesmas regras rigorosas de um funcionário comum.
Embora a cetamina possa ser legalmente prescrita como uma substância da Tabela III, o uso recreativo ou sua mistura com outras drogas provavelmente violaria as políticas federais do local de trabalho.





