O Jardim Botânico do Rio dará início, essa semana, a uma campanha educativa de preservação do meio ambiente e proteção a animais. A informação é do colunista Ancelmo Gois, do GLOBO.
A administração da instituição constatou aumento de danificação das árvores do arboreto. O local possui 540 mil metros quadrados e algumas ações podem escapar dos olhos atentos dos vigilantes.
Um dos alvos prediletos dos predadores é a aleia do pau-mulato, que teve alguns exemplares riscados. Danificar árvores é crime ambiental. A lei federal 9.605 prevê sanções penais contra aqueles que cometerem crimes contra o meio ambiente.
Também serão intensificados os alertas aos visitantes para que não alimentem os animais, especialmente os macacos-pregos, visitantes constantes do arboreto e alimentados indevidamente pelos visitantes. A comida humana interfere no comportamento e hábitos alimentares dos animais. Pode acontecer também a transmissão de doenças, muitas vezes fatais.
O Jardim Botânico possui uma grande área de mata preservada, contígua à Floresta da Tijuca. A vizinhança permite o acesso de várias espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios que visitam ou moram no Jardim.





