O senador Jaques Wagner (PT-BA), que disputará o governo da Bahia neste ano, analisou a lógica da eventual aliança entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-governador Geraldo Alckmin:
– Alckmin cumpre o que acho que o vice deve ser: complementar ao presidente. O presidente tem um perfil, um lugar de fala, um público preferencial. Ele tem outro público, outro lugar de fala e outro público preferencial. Ele cumpre, como poderia cumprir a (empresária) Luiza Trajano , como poderia cumprir o (presidente da Fiesp) Josué Alencar, (o ex-ministro) Roberto Rodrigues ou mil outros nomes – disse ele em entrevista ao Globo.
Wagner, no entanto, afirmou que Alckmin ainda não foi consagrado:
– Você já viu o PT aquietar? O PT é buliçoso. O nome do Alckmin brotou de um estado importante. É a maior economia do país, a maior população, o maior eleitorado… Lógico que passou pela eventual disputa do governo do estado (em São Paulo), tudo contou. Mas, se você perguntar se está consagrado, não está. Você com certeza vai encontrar gente do PT dizendo: ‘Ele (Lula) não precisa disso, tem popularidade’.






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