James Akel disputa cadeira da ABL com Maurício de Souza e diz que criador da Mônica ‘não tem o que acrescentar’ à Academia

Oficialmente inscrito na disputa pela cadeira número oito da Academia Brasileira de Letras, o jornalista e diretor de TV e teatro James Akel, 69, diz não temer “de jeito nenhum” o favoritismo do cartunista Mauricio de Sousa na corrida pela vaga. “Já soube que o grande cabo eleitoral dele é a Fernanda Montenegro e, mesmo…

Oficialmente inscrito na disputa pela cadeira número oito da Academia Brasileira de Letras, o jornalista e diretor de TV e teatro James Akel, 69, diz não temer “de jeito nenhum” o favoritismo do cartunista Mauricio de Sousa na corrida pela vaga. “Já soube que o grande cabo eleitoral dele é a Fernanda Montenegro e, mesmo assim, estou animado”, afirma.

Segundo a coluna da jornalista Mônica Bergamo, na carta em que oficializou sua candidatura, o criador da Turma da Mônica disse que gostaria de formar novos leitores e aproximar a sociedade dos clássicos da literatura por meio dos quadrinhos.

“Nada a ver”, critica Akel. “Isso seria o fim da literatura escrita nos livros”, afirma o jornalista, que tem passagens pela Band, Record e SBT e dirigiu peças como “República das Calcinhas” e “Democracia Sem Vergonha”.

Akel se diz fã de Mauricio, mas, “com todo o respeito”, considera-se mais preparado para a vaga. Ele tem como principal bandeira a realização de uma feira itinerante de livros que percorra o Brasil inteiro, com edições a preços populares. “A ABL tem que sair do seu castelo, deixar de intimidar as pessoas e ir aonde o povo está. “

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