Israel volta a atacar o Irã e conflito aumenta temor de guerra total envolvendo o Oriente Médio

Ainda não há informações sobre feridos ou estragos em Beirute. O Hezbollah também não se pronunciou

Israel retomou os bombardeios no Líbano horas após ser alvo do ataque de mísseis iranianos. Explosões foram relatadas em Beirute durante a madrugada de quarta-feira (2), conforme o horário local, que corresponde à noite de terça-feira (1) no Brasil.

De acordo com as Forças de Defesa de Israel, os bombardeios têm como alvo posições do Hezbollah em Beirute. A agência de notícias Reuters informou que as explosões foram ouvidas em uma área suburbana situada no sul da capital libanesa. Ainda não há informações sobre feridos ou estragos em Beirute. O Hezbollah também não se pronunciou.

Nesta terça-feira (1), Israel foi alvo de um ataque do Irã. Cerca de 200 mísseis balísticos foram disparados contra o território israelense. A maior parte dos artefatos foi abatida. O governo de Israel disse que ação iraniana “falhou” e prometeu contra-atacar.

Entre os motivos que levaram o Irã a atacar Israel está a morte do chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah. Ele foi morto em um bombardeio israelense contra Beirute no dia 27 de setembro.

O Hezbollah tem influência política no Líbano e forte atuação armada no sul do país, onde fica a fronteira com Israel.

Israel e Hezbollah vêm trocando ataques desde outubro de 2023, quando o grupo baseado no Líbano lançou foguetes contra o território israelense em solidariedade ao Hamas e à guerra na Faixa de Gaza.

Ainda na madrugada de terça-feira, as Forças de Defesa de Israel anunciaram que iniciaram uma operação por terra limitada contra alvos do Hezbollah no Líbano.

A operação foi batizada de “Setas do Norte” e aprovada de acordo com uma decisão “política”, segundo as Forças de Defesa de Israel.

Nas últimas semanas, a escalada no conflito entre Israel e o Hezbollah provocou a morte de mais de 1 mil pessoas no Líbano. Além disso, as forças israelenses mantêm outra frente de batalha na Faixa de Gaza.

Com informações do g1.

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