Soldados israelenses atacaram o Sul do Líbano e mataram um comandante do Hezbollah na região, informaram as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), na madrugada desta sexta-feira (18), pelo horário de Brasília.
Segundo o comunicado, Muhammad Hassin Ramal comandava o grupo militante na área da cidade de Tayibe. “Ele dirigiu muitos ataques terroristas contra o Estado de Israel e soldados do IDF em campo”, disseram as forças israelenses.
No Líbano, as tropas realizaram operações direcionadas no Sul para localizar e desmantelar armas e lançadores carregados direcionados a comunidades de Israel ao longo da fronteira norte.
Diversas armas foram apreendidas, como rifles de precisão, equipamentos de combate e um lançador de foguetes Burkan-2. Em uma operação, uma célula militante que se preparava para disparar um míssil antitanque contra soldados israelenses de dentro de uma estrutura militar foi atacada pela pela força aérea do país sionista.

Ataques em Gaza
Durante a noite, as forças de Israel também atacaram a área de Jabaliya, em Gaza, onde existe um campo de refugiados deslocados. Nesses ataques, ainda segundo o comunicado, foram eliminados dezenas de combatentes palestinos em bombardeios aéreos, além de desmantelar infraestrutura militante na área.
No centro de Gaza, uma estrutura militar de onde os militantes estavam operando também foi atacada pelas tropas da IDF, segundo informações da própria Força.
Fortalecimento da resistência
Israel também anunciou, na quarta-feira, a morte de de Yahya Sinwar, um dos líderes do Hamas que planejou o ataque de 7 de outubro de 2023 ao país sionista. A missão do Irã na ONU disse que a morte de Sinwar em uma zona de guerra ativa fortalecerá o “espírito de resistência”.
“Quando os muçulmanos admirarem o Mártir Sinwar em pé no campo de batalha — em trajes de combate e ao ar livre, não em um esconderijo, enfrentando o inimigo — o espírito de resistência será fortalecido”, disse a missão em uma declaração na rede X.
“Ele se tornará um modelo para os jovens e crianças que levarão adiante seu caminho em direção à libertação da Palestina. Enquanto a ocupação e a agressão existirem, a resistência perdurará, pois o mártir permanece vivo e uma fonte de inspiração”, acrescentou.
Junto com o Hezbollah, os Houthis e outros grupos, o Hamas faz parte de uma aliança liderada pelo Irã — da qual participam Líbano, Iêmen, Síria, Gaza e Iraque — que atacou Israel e seus aliados desde que o genocídio cometido pelo país sionista em Gaza começou — já são mais de 42 mil palestinos mortos em pouco mais de um ano.
Os grupos afirmam que não vão parar de atacar Israel e seus aliados até que um cessar-fogo seja alcançado na região palestina.
Com informações do g1 e CNN Brasil.





