A Inglaterra está classificada para a semifinal da Copa do Mundo de 2026. Em uma partida marcada pelo equilíbrio e pela emoção, a equipe comandada por Jude Bellingham venceu a Noruega por 2 a 1, de virada, na prorrogação, neste sábado (11), garantindo o retorno entre as quatro melhores seleções do torneio pela primeira vez em oito anos.
O grande nome da partida foi Bellingham, autor dos dois gols ingleses. A Noruega, que fez um jogo consistente durante boa parte do confronto, abriu o placar com Andreas Schjelderup, mas não conseguiu sustentar a vantagem diante da pressão inglesa.
## Noruega sai na frente, mas Inglaterra reage ainda no primeiro tempo
A seleção norueguesa inaugurou o marcador aos 35 minutos da etapa inicial. Andreas Schjelderup acertou um belo chute cruzado de longa distância, sem chances para o goleiro Jordan Pickford, colocando a Noruega em vantagem.
A resposta inglesa veio antes do intervalo. Em uma das principais jogadas ofensivas da equipe, Jude Bellingham apareceu na área para deixar tudo igual, devolvendo o equilíbrio ao confronto e renovando as esperanças da Inglaterra para a etapa final.
## Bellingham decide na prorrogação
No segundo tempo, a Noruega chegou a balançar as redes novamente, mas o lance foi invalidado pela arbitragem após a marcação de falta de Erling Haaland sobre Elliot Anderson na origem da jogada.
Com o empate persistindo até o fim dos 90 minutos, a decisão foi para a prorrogação. Foi então que Jude Bellingham voltou a fazer a diferença. Após chute de Morgan Rogers defendido parcialmente por Nyland, o camisa inglês aproveitou o rebote e marcou o gol da vitória por 2 a 1.
## Inglaterra aguarda adversário na semifinal
Com a classificação assegurada, a Inglaterra segue firme na disputa pelo título mundial e volta a disputar uma semifinal de Copa do Mundo após oito anos. O triunfo também confirma o excelente momento vivido por Jude Bellingham, que assumiu o protagonismo da equipe inglesa ao decidir um dos confrontos mais equilibrados das quartas de final.
Já a Noruega se despede da competição após uma campanha histórica, marcada pelo bom desempenho coletivo e por atuações de destaque de jogadores como Andreas Schjelderup e Erling Haaland, mas sem conseguir impedir a reação inglesa no momento decisivo.





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