Gilmar Mendes determina reavaliação de prisão de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel

A decisão do ministro do STF não significa que Monique Medeiros será solta

Em uma nova decisão no caso envolvendo Monique Medeiros, presa preventivamente pela morte do próprio filho, o menino Henry Borel, 4 anos, Gilmar Mendes determinou que a 7ª Câmara do Rio reavalie a prisão preventiva dela.

A decisão do ministro do STF não significa que Monique Medeiros será solta. Apenas que a 7ª Câmara terá de decidir se Monique tem (ou não) que continuar presa.

Isso porque o Código Processual Penal estabelece que a prisão preventiva deve ser reavaliada periodicamente, a cada 90 dias. Diz a legislação:

“Decretada a prisão preventiva, deverá o órgão emissor da decisão revisar a necessidade de sua manutenção a cada 90 (noventa) dias, mediante decisão fundamentada, de ofício, sob pena de tornar a prisão ilegal.”

A mãe de Henry é ré pelo homicídio triplamente qualificado na forma omissiva, tortura omissiva e coação de testemunha contra o filho. Monique e o ex-namorado, Jairo Souza Santos Júnior, que teve o mandato de vereador e o registro de médico cassados, estão presos pelo crime. Antes do crime, Monique era professora do município.

Informações do repórter Lauro Jardim, em O Globo

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