Fernanda Montenegro: “Não vou votar”. Alinne Moraes: “Não vou ficar em cima do muro”

1  Em entrevista ao Globo, publicada ontem (20), a atriz Fernanda Montenegro falou sobre sua vida pessoal e questões relacionadas à política. Fernanda tem 92 anos, e no Brasil a partir dos 65 anos o voto passa a ser facultativo. “Não vou votar. O mais simbólico desse governo foi o fim da cultura das artes.…

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Em entrevista ao Globo, publicada ontem (20), a atriz Fernanda Montenegro falou sobre sua vida pessoal e questões relacionadas à política. Fernanda tem 92 anos, e no Brasil a partir dos 65 anos o voto passa a ser facultativo.

“Não vou votar. O mais simbólico desse governo foi o fim da cultura das artes. Não tem governo radical que não pare a cultura das artes. Mas estamos nas catacumbas, vivos. E não estamos extinguidos”, expressou ela, que também deotonou o atual governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A artista aproveitou ainda para criticar a postura do presidente brasileiro. Ela condena os trejeitos que o presidente construiu ao fazer gestos de armas com a mão. Para ela, o ato é um “emblema sórdido”.

“Estamos com esse trágico governo, um presidente que faz como símbolo da sua atividade presidencial uma mão que é uma arma ou o sexo de um homem. É um emblema sórdido. Agora, esse homem só está no poder porque todos os governos que o precederam, embora mais simpáticos, mais democratas, não fizeram o suficiente”, disse.

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A atriz Alinne Moraes, em entrevista para a revista New Mag, falou sobre sua atividade na política e disse: “Temos que nos posicionar claramente, não vou ficar em cima do muro”.  

Bastante ativa nas redes sociais, ela compartilha sua vida pessoal e se posiciona sobre política e problemáticas sociais. A atriz é crítica ao atual governo do presidente Bolsonaro (PL).

“Para mim, falar de futuro é falar ‘Fora Bolsonaro’. Com ele, é impossível. É como se a gente estivesse estagnado para pior. Ele destruiu o Brasil. Destruiu tudo”, disse ela sobre o governante.

Alinne acredita que seja necessário a participação da classe artística na politica. “Não adianta se calar temendo uma reação, ela já houve, a classe artística foi tratada como uma associação de vagabundos diante do silêncio de muita gente. Até da imprensa. Temos que nos posicionar claramente, não vou ficar em cima do muro”, expressa a modelo.

Paulistana nascida em Sorocaba, começou sua vida nas passarelas aos 13 anos. Já trabalhou fora do país em desfiles realizados em Nova York, Japão, Milão e Paris. Em 2002, ao retornar ao Brasil, a jovem deu início a sua vida nas telinhas. A sua primeira participação foi interpretando a mãe de Rosana, na novela “Coração de Estudante”. Ao todo são mais de 14 colaborações em novelas, 11 séries, atuação em 13 longas e outras produções relacionadas ao teatro.

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