A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio RJ) comemorou a decisão do governo federal, anunciada nesta terça-feira (3), de revogar a flexibilização do limite de passageiros no Aeroporto Santos Dumont. A medida foi apresentada em conjunto com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e é vista pela entidade como estratégica para o setor aéreo fluminense.
Segundo a Fecomércio RJ, a decisão reforça a necessidade de um planejamento integrado entre o Santos Dumont (SDU) e o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão – GIG), respeitando a vocação de cada terminal e garantindo o crescimento sustentável da malha aérea no estado.
Planejamento integrado entre Santos Dumont e Galeão
A entidade destaca que, há anos, defende a manutenção dos limites operacionais no Santos Dumont com base em critérios técnicos e no interesse público. Para a federação, a concentração excessiva de voos no aeroporto central compromete o equilíbrio do sistema aeroportuário e limita o potencial do Galeão.
A política de distribuição mais equilibrada das operações, segundo a Fecomércio RJ, tem contribuído para um aumento expressivo no número de passageiros no Galeão, ampliando a conectividade nacional e internacional do Rio de Janeiro e fortalecendo a economia local.
Impactos para a economia e o setor aéreo
Para a federação, o fortalecimento do Galeão gera efeitos positivos em cadeia, impulsionando o turismo, o comércio e os serviços, além de estimular investimentos e a geração de empregos. O equilíbrio entre os aeroportos também melhora a experiência dos passageiros e a eficiência do sistema aéreo como um todo.
A Fecomércio RJ reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social do estado e informou que segue à disposição para colaborar com políticas públicas estruturantes que ampliem a competitividade do Rio de Janeiro e criem novas oportunidades no setor aéreo e no ecossistema produtivo fluminense.






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