‘Estou bem’: escritora atacada por pitbulls diz que está se recuperando e agradece a equipe de hospital

Um dos filhos de Roseana informou que ela está se recuperando satisfatoriamente, mantendo conversas, se alimentando e já planejando projetos futuros na literatura

Após ser atacada por três cães da raça pitbull durante uma caminhada, a escritora e poetisa Roseana Murray, de 73 anos, fez sua primeira publicação nas redes sociais desde o ocorrido. Ela expressou seu agradecimento à equipe médica que tem cuidado dela no Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, desde o dia do ataque, e afirmou que está “bem”.

Por meio de um vídeo, um dos filhos de Roseana informou que ela está se recuperando satisfatoriamente, mantendo conversas, se alimentando, mantendo lucidez e já planejando projetos futuros na literatura. O ataque ocorreu quando três cães saíram da residência de seus proprietários em Saquarema, cidade na Região dos Lagos onde ela reside. Devido à gravidade dos ferimentos, Roseana foi levada de helicóptero pelos bombeiros para o hospital e passou por múltiplas cirurgias, resultando na perda de um braço e uma orelha.

O caso foi registrado na 124ª DP (Saquarema), que investiga os crimes de maus-tratos a animais, lesão corporal culposa e negligência na guarda de animais.

André Murray, um dos filhos de Roseana, compartilhou um vídeo na terça-feira, detalhando o progresso da mãe em sua recuperação. Com uma vasta obra de mais de 100 livros publicados, especialmente voltados para o público infantojuvenil, Roseana já está planejando seus próximos projetos literários.

Ele também expressou gratidão pelo apoio e carinho recebidos por ela e pela família, destacando as mensagens de apoio e desejos de pronta recuperação desde o dia do incidente.

No último domingo, a Justiça decidiu manter a prisão dos proprietários dos três pitbulls envolvidos no ataque. Ana Beatriz da Conceição Dantas Pinheiro, Kayky da Conceição Ribeiro dos Santos e Davidson Ribeiros dos Santos tiveram suas prisões em flagrante convertidas em prisão preventiva.

Durante a audiência de custódia, testemunhas relataram que os cães frequentemente saíam para a via pública sem supervisão e atacavam pessoas. Além disso, foi mencionado que o portão do quintal onde os cães ficavam costumava ficar aberto, facilitando as fugas e os ataques. Uma das testemunhas também afirmou ter solicitado à família que aumentasse o muro do terreno para evitar tais incidentes.

Uma médica veterinária que esteve no local onde os cães residiam também participou da audiência e relatou a falta de um canil ou focinheira adequados. Ela ainda destacou que, embora não acompanhasse regularmente os cuidados dispensados aos animais, o ambiente em que eles estavam contribuía significativamente para sua agressividade.

Com informações de O Globo

LEIA MAIS

Mais recentes

Descubra mais sobre Agenda do Poder

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading