A Casa Civil da Presidência da República lançou uma licitação para a aquisição de rações e produtos veterinários destinados aos animais mantidos nas residências oficiais do governo federal em Brasília. O valor estimado do contrato é de R$ 566,2 mil para atendimento das demandas ao longo dos próximos 12 meses.
O processo contempla animais que vivem no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, e na Granja do Torto, utilizada para compromissos oficiais e atividades institucionais.
Entre as espécies incluídas na licitação estão emas, gansos, patos, frangos, araras, calopsitas e peixes, que fazem parte dos espaços administrados pela Presidência.
Compra para um ano
De acordo com o edital, o objetivo é garantir o fornecimento contínuo de alimentação adequada e de insumos veterinários necessários para a manutenção da saúde dos animais existentes nas duas propriedades federais.
O contrato prevê o abastecimento por um período de 12 meses, abrangendo diferentes tipos de ração e produtos específicos para cada espécie.
A iniciativa foi formalizada pela Casa Civil, órgão responsável pela administração de diversos serviços de apoio à Presidência da República.
Animais fazem parte da paisagem do Alvorada
As emas do Palácio da Alvorada estão entre os animais mais conhecidos do complexo presidencial. Elas costumam aparecer em registros fotográficos e vídeos divulgados por autoridades e visitantes do local.
Outras aves e animais também integram as áreas verdes e os espaços mantidos pela administração federal tanto no Alvorada quanto na Granja do Torto.
Processo segue regras da administração pública
A licitação foi aberta para selecionar fornecedores responsáveis pelo fornecimento dos produtos previstos no edital. Como ocorre em contratações públicas, o processo seguirá as etapas previstas na legislação vigente, incluindo análise de propostas e definição da empresa vencedora.
A estimativa de R$ 566,2 mil corresponde ao valor máximo previsto para a contratação ao longo de um ano.
A informação foi divulgada inicialmente pelo jornalista Lauro Jardim, em sua coluna no jornal O Globo.






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