Gleisi confia que PSB cumprirá integralmente acordo que lança Freixo ao governo e Ceciliano ao Senado

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, acredita que, diante da carta formal que enviou ao presidente nacional do PSB, ontem, ficará consolidado o acordo segundo o qual, no Rio de Janeiro, o PT apoia a candidatura de Marcelo Freixo ao governo do estado e, em contrapartida, o PSB apoiará integralmente André Ceciliano ao Senado.…

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, acredita que, diante da carta formal que enviou ao presidente nacional do PSB, ontem, ficará consolidado o acordo segundo o qual, no Rio de Janeiro, o PT apoia a candidatura de Marcelo Freixo ao governo do estado e, em contrapartida, o PSB apoiará integralmente André Ceciliano ao Senado. Gleisi segue apostando na retirada do nome de Alessandro Molon (PSB) da disputa ao Senado, porque isto significaria o rompimento da aliança entre os dois partidos.

A notícia, antecipada pelo Agenda do Poder ontem, foi confirmada hoje pelo Globo.

Gleisi, na carta, deixou claro que, por causa do acordo, que tem dimensão nacional, o PT não apoia a pré-candidatura de Alessandro Molon (PSB) ao senado, já que tem candidato indicado à aliança, que é André Ceciliano. 

No texto, Gleisi reitera a aliança entre as duas legendas e diz que a composição Freixo-Ceciliano “é fundamental” para que as siglas sigam caminhando junto.  

“Conforme tratativas anteriores em relação a composição de aliança no Estado do Rio de Janeiro, venho reiterar que o PT apoiará a candidatura de Marcelo Freixo (PSB) ao governo do Estado, mantendo o entendimento inicial de indicar o candidato ao Senado na chapa, que será o companheiro André Ceciliano. (…) Reitero a importância dessa composição, o que é fundamental para caminharmos juntos no Estado do Rio, rumo à vitória do campo progressista e popular”, diz um trecho do texto de Gleisi endereçado a Siqueira.

Na prática, a tentativa de manutenção da pré-candidatura de Molon já significa uma quebra do acordo inicial entre os partidos, no qual caberia a Lula a indicação de uma dessas vagas, enquanto o PSB confirmaria o nome do outro candidato. Berço do bolsonarismo, o Rio é visto como um estado simbólico e, por isso, o PT não cogita abrir mão de um candidato em um desses postos. 

Questionada sobre a possibilidade de o Rio ter duas candidaturas do campo da esquerda ao Senado, no entanto, Gleisi Hoffmann disse não acreditar nessa possibilidade e segue apostando na retirada do nome de Molon do páreo.

— Não acredito que isso aconteça (a candidatura de Molon sem o apoio de Lula). Essa é a chapa da aliança nacional entre PT, PCdoB, PV, Rede, PSOL e o PSB, representada nas candidaturas de Lula para presidente, Marcelo Freixo para governador e André Ceciliano para senador. Essas candidaturas representam a unidade e a diversidade dessa ampla frente democrática no Rio — afirmou a presidente nacional do PT.

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