A morte de Elza Soares nesta quinta-feira (20), aos 91 anos, acontece no mesmo dia da de Garrincha, com quem teve um relacionamento por 17 anos.
O craque do Botafogo também morreu no dia 20 de janeiro, mas quase 40 anos antes: em 1983.
A informação da morte da cantora no Rio de Janeiro foi confirmada pela assessoria de imprensa de Elza.

“É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio, por causas naturais”, diz o comunicado enviado pela assessoria da cantora.
Elza Gomes da Conceição é considerada uma das maiores cantoras da música brasileira, com carreira no samba que começou no final dos anos 50. O início veio como parte da cena do sambalanço com “Se Acaso Você Chegasse”, em 1959.
Nos 34 discos lançados, ela se aproximou do samba, do jazz, da música eletrônica, do hip hop, do funk e diz que a mistura é proposital. O último disco lançado foi “Planeta Fome” em 2019.
“Eu sempre quis fazer coisa diferente, não suporto rótulo, não sou refrigerante”, comparava Elza. “Eu acompanho o tempo, eu não estou quadrada, não tem essa de ficar paradinha aqui não. O negócio é caminhar. Eu caminho sempre junto com o tempo.”
Desde que lançou o álbum “A mulher do fim do mundo” em 2015, a cantora viveu mais uma fase de renascimento artístico que. “Me deixem cantar até o fim”, pediu Elza em verso da música que batiza o álbum.






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