Uma proposta voltada a jovens artistas foi apresentada neste sábado (19) pelo candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas. Durante um encontro com jovens e influenciadores no Santo Cristo, na Região Central do Rio, ele anunciou o projeto Rio Criativo, que prevê apoio do governo estadual a artistas fluminenses em início de carreira.
Segundo Ruas, a iniciativa seria destinada a pessoas que possuem talento artístico, mas encontram dificuldades para conseguir espaço e oportunidades no mercado.
“É um programa voltado para dar oportunidade àquelas pessoas que têm talento nato para a arte. Elas precisam, sim, ter um apoio do governo do Estado. E o Estado pode e deve apoiá-los”, afirmou o candidato.
Projeto prevê apresentações culturais em comunidades
O evento contou com apresentações de passinho e batalha de rima, além da participação de influenciadores do estado. Também estiveram presentes o candidato ao Senado Carlos Portinho (PL) e candidatos a deputado estadual e federal.
Ao apresentar a proposta, Ruas relacionou o projeto cultural às dificuldades enfrentadas pelos jovens para entrar no mercado de trabalho.
De acordo com números citados pelo candidato, a taxa de desemprego entre jovens no estado chegaria a 20%, enquanto entre moradores jovens de periferias seria de 28%.
“Nós temos uma juventude talentosa. Ela só precisa de oportunidades”, declarou.
Rio Criativo quer levar cultura para além das áreas turísticas
A proposta também prevê a utilização de espaços em comunidades, bairros e cidades do estado para apresentações de artistas locais.
Ruas afirmou que o objetivo é oferecer estrutura para que os jovens possam mostrar seu trabalho e, ao mesmo tempo, ampliar as opções de entretenimento para os moradores.
“O que vou ofertar a eles é a estrutura que precisam para apresentar a sua arte e gerar entretenimento para o nosso povo. E não necessariamente precisa ser lá no Rio do cartão-postal”., disse.
O candidato também defendeu que as atividades culturais não fiquem concentradas apenas nas regiões turísticas do Rio.
“Por que eles não podem se apresentar dentro das comunidades? Para gerar entretenimento nas próprias comunidades, nos bairros, nas cidades”, afirmou.







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