Dono da Jovem Pan justifica faxina de extremistas de direita: não vai sustentar pose de radicais

Questionado a respeito das trocas, saídas e demissões de bolsonaristas radicais da Jovem Pan, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, dono do grupo, disse em reuniões internas que “a desobediência civil não sairá do meu bolso”. A reportagem é do jornalista Guilherme Seto, no jornal Folha de S.Paulo. Ele se referia a penalidades que…

Questionado a respeito das trocas, saídas e demissões de bolsonaristas radicais da Jovem Pan, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, dono do grupo, disse em reuniões internas que “a desobediência civil não sairá do meu bolso”. A reportagem é do jornalista Guilherme Seto, no jornal Folha de S.Paulo.

Ele se referia a penalidades que o grupo poderá sofrer caso comentaristas do canal contrários ao presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), descumpram decisões judiciais e continuem fazendo acusações ao petista.

O Tribunal Superior Eleitoral determinou que a empresa se abstenha de promover inserções e manifestações que digam que Lula mente a respeito de ter sido inocentado pela Justiça, com multa fixa de R$ 25 mil a cada infração. Além disso, concedeu três direitos de resposta ao petista.

Embora os ataques dos jornalistas da Jovem Pan tenham atingido o paroxismo durante está campanha eleitoral, já faz duas décadas que a linha editorial da emissora é contra qualquer governo petista ou progressista, posições abertamente manifestadas em seus noticiários e comentários.

Mas parece que agora vai dar prejuízo.

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