O deputado estadual Daniel Martins (União Brasil) relatou, nesta quinta-feira (27), ter sido vítima de um assalto na semana passada, na Barra da Tijuca. Durante a sessão na Assembleia Legislativa (Alerj), ele detalhou o episódio e cobrou ações mais efetivas de segurança pública.
O crime ocorreu por volta de meio-dia, na Avenida Olegário Maciel, quando ele foi abordado por um homem armado que estava em uma motocicleta. Segundo o parlamentar, a tentativa de assalto aconteceu de forma rápida e inesperada, mas acabou reagindo e entrando em luta corporal com o assaltante.
O criminoso acabou conseguindo fugir levando a chave do veículo, que havia caído no chão durante o confronto. O deputado afirmou que precisou gastar cerca de R$ 3 mil para comprar uma nova cópia do dispositivo.
Ele observou que a reação foi impulsiva e perigosa. Disse que, se tivesse sido atingido, poderia ter se tornado “uma estatística”, destacando que qualquer pessoa poderia passar pela mesma situação. Policiais chegaram ao local pouco depois, mas não conseguiram localizar o criminoso.
Críticas à falta de segurança na região
Antes de relatar o assalto, o parlamentar já havia feito críticas à situação da Barra da Tijuca e do Recreio, mencionando o que considera abandono da região. Ele afirmou que o entorno concentra diversas construções, o que intensifica o trânsito e afeta a rotina dos moradores, mas, segundo ele, sem a devida presença da prefeitura para ordenar o espaço urbano.
Ele também mencionou problemas envolvendo estacionamento irregular, cobrança abusiva de flanelinhas e pouca atuação da Guarda Municipal e da CET-Rio. Para o deputado, a desordem urbana alimenta a sensação de insegurança e expõe os moradores da região a riscos frequentes.
Cobranças ao governo do estado e à prefeitura
Após relatar o assalto, o deputado reforçou pedidos ao governador e aos órgãos de segurança. Ele solicitou mais policiamento na Barra da Tijuca e no Recreio, citando a existência de cabines policiais pouco utilizadas e a ausência de patrulhamento constante.
O parlamentar afirmou que moradores dessas áreas convivem com medo diário e que ruas como a Dulcídio Cardoso registram assaltos recorrentes, frequentemente divulgados por associações de moradores. De acordo com Martins, é preciso que o poder público municipal e estadual priorize a segurança e garanta o direito de ir e vir da população.






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