O abandono de navios na baía de Guanabara será tema de debate na Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), nesta segunda-feira (27/03). A ideia é discutir os danos ambientais causados por essas embarcações e a própria segurança delas. Em novembro de 2022, o graneleiro São Luiz, ancorado na baía desde 2016, foi levado pelo vento e se chocou contra a estrutura da Ponte Rio-Niterói, que ficou fechada por três horas. Não houve feridos, pois o navio estava vazio.
O presidente da comissão, deputado Jorge Felippe Neto (Avante) reiterou que o problema não está em apenas um navio abandonado, mas em um volume expressivo de embarcações que seguem comprometendo a saúde da enseada. “Queremos chegar a uma solução e um termo de compromisso entre a indústria de saneamento e a naval. Temos que fazer com que os barcos, teoricamente abandonados, tenham uma obrigação ambiental. Existe todo um contexto em que eles podem e devem ser responsabilizados”, afirmou.
Confirmaram presença na audiência o presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Philipe Campello; o superintendente regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama/RJ), Adilson Pinto Gil; e o professor de oceanografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Marcos Fernandez.
As informações são do site da Alerj.






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