O ator Dado Dolabella foi condenado a 2 anos e 4 meses de prisão em regime aberto por agressões contra a ex-namorada e prima, Marina Dolabella, em outubro de 2020, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. A decisão é da juíza Cíntia Souto Machado, do VII Juizado de Violência Doméstica.
Segundo a denúncia do Ministério Público, a agressão foi motivada por ciúmes, depois que Dolabella leu uma mensagem trocada entre a então namorada e um amigo sobre um filme. A vítima foi agredida com puxões de cabelo, tapas e socos no rosto. A violência dos golpes chegou a romper o tímpano da vítima, lesão que foi comprovada por perícia e pesou na decisão da juíza.
Durante o interrogatório, Dado negou as acusações, mas, segundo a Justiça, não apresentou uma explicação para as lesões constatadas no corpo da ex-companheira. A juíza levou em consideração os maus antecedentes do ator e a gravidade da agressão ao definir a pena.
A defesa de Dado Dolabella contestou a decisão e anunciou que vai recorrer. Segundo a advogada, o processo não ouviu testemunhas nem apresentou provas adicionais, e haveria contradições entre o boletim de ocorrência e os depoimentos, além de supostas falhas técnicas no laudo pericial.
O caso corre em segredo de Justiça, e a condenação é em regime aberto, permitindo que o cumprimento da pena seja monitorado fora do sistema prisional.
Histórico de agressões
Essa não é a primeira vez que Dado Dolabella se envolve em casos do tipo. Em 2008 chegou a ser indiciado por lesão corporal leve, enquadrado na Lei Maria da Penha, contra Luana Piovani, com quem namorava na época. A atriz afirmou ter levado um tapa de Dado. Porém, a condenação foi anulada em 2013.
Mais recentemente, na semana passada, a polêmica voltou à tona com acusações de agressão contra Wanessa Camargo. O caso aconteceu em um bar na Barra da Tijuca. Segundo a cantora, ela estava dançando com o sertanejo Luan Pereira, quando foi empurrada pelo namorado, numa crise de ciúmes, na frente de amigos.






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