Consumo de asinhas de frango deve chegar a 1,5 bilhão no Super Bowl 2026

Petisco símbolo da final da NFL deve dominar as mesas nos EUA. Saiba onde assistir o jogo e o show de Bad Bunny

O Super Bowl 2026 promete mais do que um duelo eletrizante entre New England Patriots e Seattle Seahawks e um show do intervalo com Bad Bunny, vencedor do Grammy. Fora de campo, a grande estrela da festa é gastronômica: as asinhas de frango no estilo buffalo.

De acordo com o National Chicken Council, a previsão é de que os americanos consumam cerca de 1,47 bilhão de “wings” durante a transmissão da final da NFL. O número consolida o evento como o maior dia de consumo alimentar do país.

A estimativa representa um avanço expressivo em relação aos anos anteriores, impulsionado por uma combinação de tradição cultural e cenário econômico favorável, com queda média de 3% no preço ao consumidor.

O fenômeno das asinhas na final da NFL

Para dimensionar o tamanho do apetite, especialistas recorrem a comparações curiosas. Enfileiradas, as asinhas seriam suficientes para cobrir cerca de um terço do caminho entre a Terra e a Lua.

Outra conta que chama atenção: seriam necessárias aproximadamente 3.400 carretas cheias para transportar todo o volume de frango consumido em um único dia de Super Bowl.

Mais do que estatística, o dado reflete um ritual que se repete em bares e casas pelo país, com baldes de frango frito acompanhados de molhos barbecue, picantes ou no clássico estilo buffalo.

Tradição, impacto econômico e curiosidades

Para a indústria avícola, a data funciona como um teste de estresse logístico. Se cada asinha consumida valesse um segundo no relógio, a soma levaria a uma viagem no tempo até 2075, ilustração usada pelo setor para mostrar a escala do evento.

O impacto financeiro é bilionário e reforça como a gastronomia virou parte do espetáculo esportivo. A praticidade de comer com as mãos e compartilhar entre amigos ajuda a explicar por que o petisco se tornou sinônimo da decisão da NFL.

Entre um touchdown e outro, a tendência é clara: independentemente do placar, o paladar dos torcedores já entra em campo como vencedor, celebrando a iguaria crocante que virou símbolo do Super Bowl.

 A partida começa às 20h30 (horário de Brasília) no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia. Esta sexagésima edição do evento não apenas coloca frente a frente New England Patriots e Seattle Seahawks, mas também promete entrar para a história com uma apresentação culturalmente impactante no intervalo.

A magnitude do evento transcende o esporte. Enquanto as duas franquias buscam a glória eterna no futebol americano, os olhos do mundo também se voltam para o palco central. O motivo é a presença de Bad Bunny, que traz o reggaeton e a resistência cultural porto-riquenha para o centro do showbusiness norte-americano.

Onde assistir ao Super Bowl LX ao vivo

A distribuição de conteúdo da liga no Brasil atingiu um novo patamar de acessibilidade. Para garantir que você não perca nenhum lance do Super Bowl, as opções variam entre TV fechada, streaming e sinal aberto (com restrições de horário).

Confira a lista oficial de transmissores:

  • ESPN e Disney+: Exibição tradicional com narradores e comentaristas especializados, cobrindo o pré-jogo e a cerimônia de premiação completa.
  • Sportv: Transmissão focada no público brasileiro de TV por assinatura, com equipe própria in loco.
  • NFL League Pass (DAZN): Opção para quem prefere a transmissão original em inglês (ou em português) via streaming global da liga.
  • Ge TV (YouTube): Alternativa digital gratuita e acessível para dispositivos móveis e Smart TVs.
  • Multishow: Foco exclusivo na transmissão ao vivo do Show do Intervalo de Bad Bunny, ideal para quem prioriza a música sobre o esporte.

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