Comunidade onde menina indígena ianomâmi de 12 anos teria sido estuprada e morta foi incendiada

A Polícia Federal encontrou uma comunidade vazia depois de ter sido queimada, esta semana, em Aracaçá, na Terra Indígena Yanomami. O local ganhou destaque nos noticiários com a denúncia de que uma uma menina ianomâmi de 12 anos morreu após ser estuprada por garimpeiros ilegais.  A denúncia veio à tona na segunda-feira (25). Na quarta…

A Polícia Federal encontrou uma comunidade vazia depois de ter sido queimada, esta semana, em Aracaçá, na Terra Indígena Yanomami.

O local ganhou destaque nos noticiários com a denúncia de que uma uma menina ianomâmi de 12 anos morreu após ser estuprada por garimpeiros ilegais. 

A denúncia veio à tona na segunda-feira (25). Na quarta (27), agentes da PF, acompanhados de representantes da Funai e do Ministério Público Federal (MPF) foram à comunidade investigar o caso. Em nota conjunta divulgada na tarde de quinta (28), afirmam não ter encontrado vestígio de crime de homicídio e estupro. Também não há sinais da morte de outra criança que teria desaparecido em um rio.

De acordo com investigadores, as “diligências demonstraram a necessidade de aprofundamento da investigação, para melhor esclarecimento dos fatos”.

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