Os autores da ação que levou a Justiça Federal a transformar Sérgio Moro em réu por causa dos prejuízos causados por ele à Petrobrás, aos empregos e ao país com os abusos que cometeu na Lava Jato estudam pedir a extensão de seus efeitos ao ex-procurador Deltan Dallagnol.
Dallagnol chefiava a força tarefa da Lava Jato e subordinava-se cegamente a Sérgio Moro – relação de poder ilegal entre o juiz que preside um processo e os promotores públicos encarregados da acusação.
Moro foi acusado de atuar em conjunto com o Ministério Público Federal na Lava Jato e, mais do que isso, de orientar os procuradores e exercer poder sobre eles.
Por esta razão, entre outras, foi considerado suspeito pelo Supremo Tribunal Federal, o que resultou na anulação de todos os seus atos contra Lula e na absolvição final do ex-presidente por todas as acusações que sofreu.
A peça acusatória foi apresentada por cinco parlamentares do PT (Rui Falcão, Erika Kokay, Natália Bonavides, José Guimarães e Paulo Pimenta). Ela é assinada pelos advogados Marco Aurélio de Carvalho, Fabiano Silva dos Santos e Marco Antônio Riechel Mann Jr., do grupo Prerrogativas.






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