A Polícia Civil investiga a morte do comerciante Leonel Braga da Silva, assassinado na tarde de terça-feira (2) em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O caso está sendo apurado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que busca esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis.
Segundo o g1, familiares da vítima acreditam que o assassinato esteja relacionado à recusa de Leonel em pagar uma taxa de R$ 100 que, de acordo com os relatos, era cobrada por integrantes de uma milícia para permitir o funcionamento de seu lava jato.
Morador conhecido no bairro Nova Aurora, Leonel era descrito por parentes e vizinhos como um trabalhador respeitado na comunidade. De acordo com os relatos, ele teria sido morto após rejeitar a cobrança imposta pelo grupo criminoso. Familiares também afirmam que milicianos já haviam tentado adquirir o estabelecimento comercial anteriormente, mas o comerciante recusou a proposta.
Polícia procura imagens de câmeras de segurança
Após o crime, agentes da DHBF estiveram no local para realizar a perícia e iniciar a coleta de provas. Entre as diligências realizadas está o recolhimento de imagens de câmeras de segurança da região, que poderão auxiliar na identificação dos autores e na reconstrução da dinâmica do assassinato.
A morte do comerciante gerou forte comoção entre moradores de Nova Aurora. Nas redes sociais, diversas mensagens lamentaram a perda e destacaram a trajetória de Leonel, apontado por conhecidos como uma pessoa dedicada ao trabalho e com forte vínculo com a comunidade local.
Em nota, a Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para apurar a autoria e a motivação do homicídio. Até o momento, ninguém havia sido preso.
O velório e o sepultamento de Leonel estão previstos para esta quarta-feira (4).






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