O comandante do Exército, general Tomás Paiva, afirma não ter dúvida de que há militares envolvidos no desaparecimento de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra de São Paulo. E seriam militares do próprio quartel localizado em Barueri (SP), informa Igor Gadelha, no Metrópoles.
“Não tenho dúvida de que há gente da unidade envolvida. Estamos investigando a fundo para atuar de maneira firme. Todos os envolvidos vão ser responsabilizados”, afirmou Tomás Paiva, sem dar nomes ou outros detalhes da investigação.
O furto das armas foi descoberto há uma semana. Conforme revelou o Metrópoles, 13 metralhadoras calibre ponto 50, capazes de derrubar aeronaves, e 8 de calibre 7,62 foram furtadas na quarta-feira (11/10) por criminosos ainda não identificados.
Após a descoberta, cerca de 480 militares foram mantidos no quartel para a apuração do caso. Com o avanço da investigação interna, porém, 320 militares foram liberados na terça-feira (17/10). Outros 160, contudo, continuam “aquartelados”.





