Durante o jantar de abertura da 56ª Convenção Anual da Confederação Israelita do Brasil (Conib), em São Paulo, o governador Cláudio Castro reagiu duramente a uma crítica do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
Questionado por jornalistas sobre declarações de Boulos — que acusou governadores de “fazerem demagogia com sangue” —, Castro minimizou a fala. “Quem? Esse é um paspalhão!”, disse, arrancando risadas de alguns dos presentes.
Em seguida, ele defendeu as recentes ações das forças de segurança no estado, como a megaoperação que deixou 121 mortos:
“O que aconteceu no Rio não foi uma operação. Foi o início de um movimento em que os cidadãos do Brasil todo não aguentam mais essa criminalidade que estamos vivendo. É tempo de mudar essa história, e não iremos retroceder”.
Pesquisas recentes da Genial/Quaest e do Datafolha mostraram que 64% da população do Rio aprovou a megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, e 58% a classificaram como um sucesso. Além disso, 73% dos entrevistados defendem que a polícia realize novas ações semelhantes em outras comunidades.
Os levantamentos também apontam alta na aprovação pessoal de Cláudio Castro, que subiu de 42% em fevereiro para 53% em outubro, enquanto a desaprovação caiu de 48% para 40%.






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