Cláudio Castro manda recado para Freixo: “Tem gente que combate milícia pelo twitter. Eu combato de verdade”.

O governador Cláudio Castro foi na manhã deste sábado à Cidade da Polícia para cumprimentar a equipe, comandada pelo secretário Alan Turnosvsky , responsável pela operação que resultou na morte do mais importante narcotraficante do Brasil: Wellington da Silva Braga, o Ecko, chefe da antiga “Liga da Justiça”, hoje o “Bonde do Ecko”. Em entrevista,…

O governador Cláudio Castro foi na manhã deste sábado à Cidade da Polícia para cumprimentar a equipe, comandada pelo secretário Alan Turnosvsky , responsável pela operação que resultou na morte do mais importante narcotraficante do Brasil: Wellington da Silva Braga, o Ecko, chefe da antiga “Liga da Justiça”, hoje o “Bonde do Ecko”.

Em entrevista, fustigou seu provável adversário na disputa da reeleição, o deputado Marcelo Freixo, que deixou o PSOL para ingressar no PSB e possivelmente liderar uma frente de centro-esquerda nas eleições.

– Tem gente que combate às milícias pelo twitter. Eu combato de verdade – alfinetou

Cláudio Castro (PL), nas redes sociais, também parabenizou a equipe.

“Hoje é um dia importante. Demos um golpe duro nas facções criminosas do Estado. Parabéns, Polícia Civil, pela operação cirúrgica e sigilosa que capturou o Ecko, miliciano mais procurado do Brasil”. Quero enfatizar que não estamos celebrando uma morte, e sim o desfecho positivo da operação. É nossa obrigação libertar o povo da bandidagem. Os bravos guerreiros da Polícia demonstraram mais uma vez um valor enorme prendendo um dos criminosos mais procurados do país. Vamos em frente”, escreveu.

Ecko foi baleado por volta das 8h quando visitava a mulher e os filhos na Comunidade das Três Pontes, em Paciência, na Zona Oeste do Rio. Ele chegou sem vida ao Hospital Municipal Miguel Couto, com dois tiros na altura do coração.

Sua quadrilha, o Bonde do Ecko, domina boa parte da Zona Oeste e algumas regiões da Baixada Fluminense. Os paramilitares sob sua chefia extorquem dinheiro de moradores e comerciantes, a fim de oferecer uma pretensa segurança, e exploram diversas atividades — como o sinal clandestino de internet e TV, monopólio da venda de água e gás e o transporte por vans.

A linha sucessória da maior milícia do RJ:

1)Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho, ex-vereador, preso em 2007;
2)Chefia compartilhada entre Ricardo Teixeira Cruz, o Batman; Toni Ângelo de Souza Aguiar, o Toni Ângelo; e Marcos José de Lima, o Gão. Batman foi preso em 2009; Toni, em 2013; e Gão, em 2014;
3)Carlos Alexandre Braga, o Carlinhos Três Pontes, irmão de Ecko, morto em 2017;
4) Wellington da Silva Braga, o Ecko, morto neste sábado (12).

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