O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou na noite de ontem (7) um grande ato público no Rio de Janeiro ao lado de Geraldo Alckmin, Marcelo Freixo (PSB), André Ceciliano (PT) e lideranças do campo progressista.
O evento lotou a Cinelândia, reunindo cerca de 50 mil pessoas. Logo no início de sua fala, o petista criticou a falta de transparência do governo Bolsonaro.
“Tudo é sigilo de 100 anos. Vou quebrar sigilos de 100 anos no primeiro decreto que fizer”, declarou.
Ao longo de seu discurso, Lula reforçou a posição do PT em exigir que Ceciliano integre a chapa majoritária como candidato ao Senado.
Ceciliano atacou indiretmente Alessando Molon (PSB), que pretende manter uma candidatra paralela ao Senado. Ao lado do ex-presidente, afitmou:
– Lula precisa de um senador que não vai tirar o pé da bola dividida; que não vai abandonar, como muitos covardes fizeram – disparou.
Lula e seus aliados destacaram a importância da união ampla das forças progressistas para derrotar o Jair Bolsonaro e resolver problemas que afligem o Brasil.
O ex-presidente afirmou que a fome é irresponsabilidade de quem governa e citou questões específicas do Rio, como a necessidade de recuperar a indústria naval e resolver o problema da violência.
Ele defendeu uma Petrobras gerida pelo Estado e disse que, para isso, é preciso voltar a desenvolver a indústria naval fluminense.
A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, agradeceu aos partidos que compõem o movimento Vamos Juntos pelo Brasil, da chapa Lula-Alckmin, e disse que a união será fundamental para “evitar que o fascismo avance no Brasil”.
O ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidato a vice de Lula, disse que ao viajar o país com o ex-presidente, vê de Norte a Sul um movimento de volta da esperança. “Vamos ter uma grande festa cívica daqui a 90 dias”, declarou.






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