Camilo Santana diz que MEC não pode mais dar dinheiro às Forças Armadas para manter escolas cívico-militares (vídeo)

O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu na Câmara dos Deputados a decisão do governo de suspender o programa de escolas públicas cívico-militares. Ele argumenta que há um conflito normativo que, constitucionalmente, impede o ministério da Educação de repassar recursos do seu orçamento para as Forças Armadas, como está acontecendo, para contratar monitores e servidores…

O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu na Câmara dos Deputados a decisão do governo de suspender o programa de escolas públicas cívico-militares. Ele argumenta que há um conflito normativo que, constitucionalmente, impede o ministério da Educação de repassar recursos do seu orçamento para as Forças Armadas, como está acontecendo, para contratar monitores e servidores para as escolas cívico-militares.

Disse ainda que o programa foi criado por decreto, não por lei e, portanto, não passou pelo crivo do Congresso Nacional, diferentemente da Lei de Diretrizes e Base da Educação e do Plano Nacional da Educação, que são leis aprovadas pelo Legislativo.

O Brasil tem 138 mil escolas e apenas 200 são cívico-militares, lembrou o ministro. A adesão foi mínima.

Assista à fala do ministro:

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