O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta sexta-feira, em conversa com apoiadores no cercadinho da saída do Palácio da Alvorada, que toda a população compre fuzis e afirmou que aqueles que não têm intenção de adquirir o armamento não devem “encher o saco” daqueles que quiserem comprar.
Na conversa com apoiadores antes de embarcar para Goiás, onde deve participar de um passeio de moto nesta sexta, o presidente também disse que a alta da inflação não depende dele e chegou a dizer que sua vida está em risco enquanto ocupar a Presidência.
“Tem todo mundo que comprar fuzil, pô! Povo armado jamais será escravizado”, disse Bolsonaro aos apoiadores. “Tem o idiota ‘ah, tem que comprar feijão’. Cara, se não quer comprar fuzil, não enche o saco de quem quer comprar”, acrescentou.
“O que tá em risco é o futuro de vocês e a minha vida física. Por que aquela van tá parada aqui? Pra evitar um sniper de lá. É o tempo todo essa preocupação que pode acontecer”, disse.
Bolsonaro fez novos ataques ao STF e ao TSE:
“Não pode um ou dois caras estragar a democracia no Brasil. Começar a prender na base do canetaço, bloquear redes sociais. E agora o câncer já foi para o TSE. Tem um cara querendo politizar tudo. Tem que colocar um ponto final nisso”, afirmou.
Bolsonaro ainda mirou Fernando Haddad, adversário petista na disputa eleitoral de 2018, ao dizer que o que o conforta é ter ganhado a eleição.
“O que eu fico feliz, me conforta. Não está um canalha no meu lugar. E vocês sabem que é esse canalha. Se a facada estivesse dado certo, ele estaria aqui”.
O presidente ainda fez ataques preconceituosos ao governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), comparando-o a Kim Jon-Un, da Coreia do Norte, e Nicolas Maduro, da Venezuela.
“Reparou como estados onde o comunismo fala mais alto o único gordo é o chefe de estado? Lá na Coreia do Norte é um gordo, lá na Venezuela é um gordo e lá no Maranhão é um gordo também”.






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