O empresário Maurício Lopes Fernandes Jr., que gravou um vídeo coagindo funcionários a votarem em Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno, assinou um acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e se retratou com um novo vídeo.
As informações são do Estadão.
No início da semana, as imagens que viralizaram mostram Fernandes Jr. oferecendo R$ 200 aos trabalhadores da Cerâmica Modelo, no Pará, no caso de reeleição do presidente e ameaçando fechar a empresa em São Miguel do Guamá se Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencer.
Por dano moral coletivo, ele terá de pagar R$ 150 mil – R$ 50 mil destinados para campanha de conscientização política de empregadores e o restante será direcionado a projetos sociais no Estado.
Além disso, os funcionários da Cerâmica Modelo receberão R$ 2 mil cada, os trabalhadores informais terão registro em carteira e todos terão direito a equipamentos de proteção individual (EPI). “Vim pedir desculpas a vocês, que são meus funcionários, e à sociedade brasileira. Ocorreu um erro e estou aqui me retratando. Eu fiz uma grande burrice. Não deixem (outras pessoas) cometerem o mesmo erro que cometi. O voto de vocês é livre”, afirmou Fernandes Jr. no vídeo determinado pelo MPT.
Assista ao vídeo em que o empresário é obrigado a se retratar:





