“O empresário paraense que ofereceu R$ 200 para seus funcionários votarem em Jair Bolsonaro pode ser preso por até oito anos.
A Polícia Federal e o Ministério Público Eleitoral investigam o caso”, informa o jornalista Guilherme Amado em sua coluna no portal Metrópoles.
“Segundo a denúncia encaminhada ao MP Eleitoral, o empresário Maurício Lopes Fernandes Júnior, conhecido como “Da Lua”, tentou comprar votos de funcionários em São Miguel do Guamá (PA).
Júnior tem uma empresa de cerâmicas, telhas e tijolos”, relata.
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