As Forças de Defesa de Israel investigam um suposto ataque do país a uma multidão de palestinos que aguardava para receber ajuda humanitária na Cidade de Gaza, nesta quinta-feira (29/2). Autoridades falam em mais de 100 mortos e 760 feridos.
As informações de mortos e feridos são de funcionários do Ministério da Saúde de Gaza. Jadallah Shafai, chefe do departamento de enfermagem do Hospital Shifa, confirmou os dados, que não podem ser verificados de forma independente.
Os militares israelenses disseram estar analisando os relatórios.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros palestino divulgou nota condenando o que diz ter sido um “massacre de civis a sangue frio”. As pessoas esperavam por comida na Cidade de Gaza.
No comunicado, a pasta afirmou que o ataque fazia parte da guerra genocida” de Israel. E apelou à comunidade internacional para “intervir urgentemente” para forjar um cessar-fogo como “a única forma de proteger os civis”.
Os recentes ataques de Israel à Faixa de Gaza começaram em outubro passado, depois que o grupo militante Hamas matou mais de 1.200 pessoas em território israelense e fez mais de 200 reféns com intuito de dar visibilidade internacional à causa palestina — Israel ocupa há 75 anos os territórios palestinos e impõe um regime de apartheid à população.
A retaliação israelense ao ataque do Hamas já matou mais de 30 mil pessoas em Gaza.
Com informações do Metrópoles.





