Rodrigo Vilela
Com a intenção de eleger 22 deputados estaduais e 14 federais nas eleições deste ano, o PL sabe da importância do eleitorado feminino. Por isso, o diretório fluminense do partido conta com uma “tropa de choque” de escolhidas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para puxar os votos em outubro. A ideia é fisgar o eleitorado conservador e religioso, em um contexto no qual a esquerda avança em pautas relacionadas aos direitos da mulher.
O governo Lula criou uma campanha de combate ao feminicidio e, no Rio, terá Benedita da Silva (PT) como candidata ao Senado – o que, naturalmente, traz uma generosa fatia deste eleitorado.
Para atrair os votos femininos à Câmara dos Deputados, em Brasília, o PL contará com as candidaturas de Chris Tonietto – que é vista como a “01” de Michelle no Rio -, e a vereadora Alana Passos, que é umbilicalmente ligada a Jair Bolsonaro.
Para a Alerj, o partido tem Giselle Monteiro, Lais Jordy, e a vice-candidata à prefeitura em 2024, Índia Armelau, e da ex-prefeita de Saquarema, Manoela Peres.






Deixe um comentário