Antes da queda do Boeing 737-800 neste domingo (29), em que morreram 179 pessoas, controladores de tráfego aéreo haviam alertado a tripulação sobre o risco de colisão com pássaros, um problema recorrente no local. Até o momento, apenas duas pessoas foram resgatadas com vida.
A aeronave declarou Mayday um minuto após o alerta, relatando falha no trem de pouso. Durante uma tentativa de pouso de emergência, o avião derrapou, colidiu com o muro do aeroporto, quebrou-se em dois e explodiu. Um dos sobreviventes mencionou uma possível colisão com pássaros, mas as causas ainda estão sob investigação.
Aeroporto registra alta incidência de colisão com pássaros
O Aeroporto de Muan registra a maior incidência de colisões com aves entre os 14 aeroportos do país. Dados apontam um aumento constante nos casos nos últimos anos, passando de 108 em 2019 para 152 em 2023, reflexo de mudanças climáticas e alterações nos padrões migratórios das aves.
Colisões com pássaros, conhecidas como “bird strikes”, representam uma preocupação crescente na aviação global, especialmente em áreas de maior tráfego migratório.
Com informações de Metrópoles





