Alckmin descarta mudança no ministério e assegura: “Ministro é cargo de confiança do presidente Lula”

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta terça-feira que não há nenhuma indicação do governo no sentido de promover uma reforma ministerial apenas porque o partido de um integrante do ministério passa por uma crise interna.  Alckmin fez questão de deixar bem claro que “ministro”, seja quem for, é cargo de “confiança” do presidente da República,…

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta terça-feira que não há nenhuma indicação do governo no sentido de promover uma reforma ministerial apenas porque o partido de um integrante do ministério passa por uma crise interna. 

Alckmin fez questão de deixar bem claro que “ministro”, seja quem for, é cargo de “confiança” do presidente da República, e afirmou que não há discussão sobre uma reforma ministerial, devido à crise no União Brasil, envolvendo a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, que busca na Justiça sair do partido

Alckmin falou na condição de presidente em exercício, na ausência de Lula, que está na China.

— Não tem nenhuma história de reforma ministerial. Cargo de ministro é responsabilidade e, de outro lado, é confiança do presidente da República. Não tem nenhuma discussão de reforma ministerial — garantiu Alckmin, após participar de evento na Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).

Daniela Carneiro pediu, ao lado de outros cinco deputados federais, o aval da Justiça Eleitoral para sair do União Brasil, em meio a disputa política dentro do partido. Ela deve se filiar ao Republicanos, seguindo seu marido, o prefeito de Belford Roxo, Wagner Carneiro, conhecido como Waguinho, que se filiou à sigla. 

Entretanto, o presidente do União Brasil, o deputado federal Luciano Bivar (PE), teta impor a tese de que a pasta pertence à sigla e não a Daniela, ainda que ela tenha sido escolhida pessoalmente pelo presidente Lula, logo após a sua eleição.  

Os remanescentes do União Brasil começam a pressionar pela realização de uma reforma presidencial para resolver o conflito interno de uma sigla partidária.

Por enquanto, a ordem no governo é não debater trocas na Esplanada com partidos ou parlamentares. 

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