Advogado de Mauro Cid vai ao STF para conversar com Alexandre de Moraes

Em meio a polêmicas de declarações e versões, o advogado do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Cezar Bitencourt foi recebido no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ministro Alexandre de Moraes. Moraes é o ministro responsável pelo inquérito das milícias digitais, que atinge Cid e teve a agenda com o defensor…

Em meio a polêmicas de declarações e versões, o advogado do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Cezar Bitencourt foi recebido no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ministro Alexandre de Moraes.

Moraes é o ministro responsável pelo inquérito das milícias digitais, que atinge Cid e teve a agenda com o defensor durante intervalo da sessão plenária desta quinta-feira (24/8). O encontro durou 10 minutos e Bitencourt saiu sem falar com a imprensa.

Bitencourt assumiu a defesa do tenente-coronel na semana passada, após a Operação Lucas 12:2, da Polícia Federal, que apura negociação de venda de presentes de alto valor recebidos pelo governo Bolsonaro, e que deveriam ter sido incorporados ao patrimônio da União.

A operação atingiu não só Cid como o pai dele, o general da reserva Mauro César Lourena Cid, que chefiou a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), em Miami, ao longo do governo Bolsonaro.

A investigação da Polícia Federal mostra ampla movimentação de Cid e outros ajudantes de ordens do ex-presidente na venda de presentes dados por autoridades estrangeiras a Bolsonaro.

Um dos principais objetos é um relógio Rolex, que chegou a ser vendido nos Estados Unidos, mas foi recomprado após ordem do Tribunal de Contas da União (TCU) de que fosse devolvido.

A operação atingiu não só Cid como o pai dele, o general da reserva Mauro César Lourena Cid, que chefiou a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), em Miami, ao longo do governo Bolsonaro.

A investigação da Polícia Federal mostra ampla movimentação de Cid e outros ajudantes de ordens do ex-presidente na venda de presentes dados por autoridades estrangeiras a Bolsonaro.

Um dos principais objetos é um relógio Rolex, que chegou a ser vendido nos Estados Unidos, mas foi recomprado após ordem do Tribunal de Contas da União (TCU) de que fosse devolvido.

Com informações do Metrópoles.

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