A identidade do fascista de Copacabana tem a fisionomia de Hequel Osorio, ex-presidente da CEG no governo Marcelo Alencar. Antes foi filiado ao MDB, tendo presidido a Turisrio no governo de Moreira Franco. Contemporâneos do governo Marcelo Alencar disseram que ficaram surpresos ao vê-lo transtornado destruindo as cruzes em homenagem às vítimas do coronavírus na praia de Copacabana. “Ele era outra pessoa. Cordato, voz baixa, bem humorado. Transformou-se num homem raivoso, amargurado, um mentecapto do bolsonarismo”, afirmou um companheiro de chopp na praia de Ipanema.
Segundo um outro ex-amigo que prefere o anonimato, Hequel deu uma guinada em suas convicções ideológicas, pois, no passado, pertencia ao grupo de centro esquerda do ex-senador Artur da Távola e chegou a apoiar as campanhas a deputado do progressista Marcelo Cerqueira. O mesmo amigo revela que desde à campanha presidencial, o ex-emedebista se tornou um fanático bolsonarista, disseminando em grupos de whattsapp fake news e agressões em geral aos adversários. ” Eu até o bloquiei”.
Um outro amigo, também do secretariado de Marcelo Alencar, disse que após a privatização da Cedae, ele passou a coordenar o programa de desestatização do PSDB no Rio. “Depois disto, houve visível mudança no padrão de vida dele”, acrescenta.
Em contato com a Agenda do Poder, o bolsonarista Hequel foi lacônico:
– Você está enganado. Não fui eu – afirmou para logo desligar.
Os amigos que o viram nos vídeos não tem dúvida. E a comparação entre as imagens divulgadas da manifestação e sua foto no whattsapp também elimina suspeições.
– Óbvio que era ele – afirmam
A IDENTIDADE DO FASCISTA DE COPACABANA
A identidade do fascista de Copacabana tem a fisionomia de Hequel Osorio, ex-presidente da CEG no governo Marcelo Alencar. Antes foi filiado ao MDB, tendo presidido a Turisrio no governo de Moreira Franco. Contemporâneos do governo Marcelo Alencar disseram que ficaram surpresos ao vê-lo transtornado destruindo as cruzes em homenagem às vítimas do coronavírus na…






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