Dois alpinistas experientes se juntaram às buscas da brasileira Juliana Marins, de 26 anos. A informação foi confirmada pela família da jovem, nesta segunda-feira (23), em um perfil de rede social dedicado a dar atualizações sobre o desaparecimento.
Ela fazia uma trilha no vulcão Rinjani, um dos pontos turísticos mais populares da Indonésia, quando caiu em um precipício, na madrugada de sábado (21), no horário local — ainda sexta-feira (20) no Brasil.
“Não temos a informação se eles conseguirão dar continuidade ao resgate durante a noite, mas sabemos que há um bom reforço com equipamentos específicos para acompanhar a equipe que já está no local”, escreveu a família.
O resgate foi interrompido novamente na madrugada desta segunda-feira (23). As buscas estavam no terceiro dia e foram encerradas por conta das condições climáticas na região às 16h do horário local. O fuso horário está 11h à frente de Brasília.
O guia que acompanhava Juliana disse que ela não foi abandonada e que somente tinha parado para descansar. Ele garante que estava há 3 minutos do local onde ela descansava e chamou a equipe de resgate assim que ouviu os gritos de socorro.
Imagens divulgadas em uma conta no Instagram criada pela família mostram Juliana momentos antes do acidente. Em um dos vídeos, ela aparece sorridente ao lado de outra mulher no acampamento montado pelo grupo. Ambas brincam com a neblina que encobre a paisagem.
Juliana é formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e também atua como dançarina de pole dance. Desde fevereiro, ela realizava uma viagem de mochilão pela Ásia, tendo visitado Filipinas, Vietnã e Tailândia antes de chegar à Indonésia. Durante o percurso, compartilhava sua rotina e experiências nas redes sociais.






