Matheus Mayer Milanez (foto), advogado do general Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), negou a participação de seu cliente na trama golpista e responsabilizou o ex-presidente Jair Bolsonaro pelos atos criminosos. Ele citou uma live transmitida em 2021, na qual Heleno esteve presente, mas sem interagir, e afirmou que essa é a principal prova utilizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o militar.
“Ele ficou sentado, não falou uma palavra, não fez um gesto, não fez absolutamente nada. Quem participou da live, falando e atuando em um primeiro plano, foi o ex-presidente Jair Bolsonaro. Heleno não falou absolutamente nada, não se manifestou”, declarou o advogado.
O próprio advogado do Augusto Heleno também concorda que é uma organização criminosa 🤭🤭
— Rogério Correia (@RogerioCorreia_) March 25, 2025
Só não se esqueça que o general era ministro do GSI, hein?pic.twitter.com/DyMHWLzEGT
Milanez também contestou o uso de uma anotação na agenda do general como prova na denúncia da PGR, argumentando que não há explicação sobre como esse documento seria crucial para um plano golpista. Para ele, as acusações contra Heleno carecem de lógica e configuram um “terraplanismo argumentativo”.
“E aqui eu me recordo muito, senhoras e senhores, de uma série que está passando, em um grande streaming, em que cientistas querem chegar numa conclusão, e eles vão construindo provas para se chegar nessa conclusão. Então o objetivo é provar que a Terra é plana. Se fazem inúmeros experimentos, inúmeros estudos para se provar que a Terra é plana”, afirmou.
Com informações do Diário do Centro do Mundo





