O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu o tom contra o Irã nesta segunda-feira (9). Em publicação na rede social Truth Social, o republicano afirmou que o país será atingido “vinte vezes mais forte” caso interfira no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa 20% da produção mundial da commodity.
A declaração surge em um momento crítico: o barril de petróleo aproximou-se dos US$ 120, provocando quedas nas bolsas globais e pressionando a economia americana às vésperas das eleições de novembro.
Pontos centrais da crise:
- Ameaça iraniana: Teerã afirma que o estreito está fechado e ameaça embarcações na região.
- Resposta dos EUA: Washington nega o bloqueio, mas admite queda no fluxo de navios. Trump mencionou o uso de “morte, fogo e fúria” e a destruição de alvos que impediriam a reconstrução da nação iraniana.
- Controle da rota: Em entrevista à CBS News, o presidente afirmou que avalia tomar o controle total do Estreito de Ormuz para garantir a segurança energética global, classificando a medida como um “presente” para nações dependentes, como a China.
Embora tenha adotado uma retórica agressiva, Trump ponderou ao final de sua mensagem: “Espero, e rezo, para que isso não aconteça”.






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