Hackers chineses invadiram sistemas da Verizon, uma das principais empresas de telecomunicações dos Estados Unidos, visando os telefones do ex-presidente Donald Trump e do senador J.D. Vance – que formam a chapa republicana nas eleições presidenciais deste ano – conforme reportado pelo The New York Times nesta sexta-feira (25). A equipe de campanha republicana foi alertada sobre a possibilidade de que os dados dos dispositivos tivessem sido acessados através de uma brecha na segurança da empresa.
Fontes anônimas informaram que investigadores estão apurando quais dados foram comprometidos e se realmente houve uma violação. As autoridades revelaram que Trump e Vance estavam entre diversos indivíduos, tanto do governo quanto do setor privado, cujos números de telefone foram alvo da infiltração. No entanto, não se sabe ainda se os hackers conseguiram acessar mensagens de texto ou informações sensíveis.
FBI investiga “acesso não autorizado”
Um porta-voz da campanha republicana não confirmou os detalhes, mas criticou o governo Biden e a vice-presidente Kamala Harris, sugerindo que eles teriam alguma responsabilidade no incidente. O FBI está conduzindo uma investigação sobre o acesso “não autorizado” à rede de telecomunicações, atribuída a indivíduos ligados à China.
Recentemente, um grupo de hackers conhecido como Salt Typhoon foi identificado operando em sistemas de telecomunicações americanos, embora a intenção específica de atacar números individuais tenha sido esclarecida apenas agora.
Kamala e Trump estão empatados com 48%, indica pesquisa
Com a eleição se aproximando, Trump e Kamala estão em uma situação incomum de empate nas intenções de voto, com ambos alcançando 48%, segundo uma pesquisa divulgada pelo New York Times e pelo Siena College. Esta divisão no eleitorado é vista como um reflexo de um ambiente político polarizado.
Nas últimas semanas, ambos os candidatos intensificaram suas campanhas em estados estratégicos, com Trump realizando eventos e Kamala recebendo apoio de figuras como o ex-presidente Barack Obama.
Enquanto Kamala intensificou seus ataques a Trump, chamando-o de fascista, o ex-presidente enfrenta novas alegações de assédio sexual, complicando ainda mais a dinâmica da corrida eleitoral.
Com informações do g1





