Tribunal de Justiça do RJ apresenta perfil dos novos magistrados aprovados no último concurso

Treze dos novos concursados são mulheres e a faixa etária predominante é de 25 a 34 anos

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) divulgou, nesta segunda-feira, os resultados de uma pesquisa que traça o perfil dos 23 novos magistrados aprovados no último concurso para a magistratura.

O estudo revela uma nova geração de juízes, majoritariamente jovem e com forte presença feminina. Entre os dados mais relevantes, observa-se que 13 dos novos magistrados são mulheres, representando 56,5% do total. A faixa etária predominante é de 25 a 34 anos, englobando 87% dos aprovados.

Outros pontos de destaque da pesquisa incluem:

  1. – Formação acadêmica: 78% dos novos juízes são oriundos de universidades públicas.
  2. – Experiência: 48% atuariam em diversas competências jurídicas, enquanto 26% têm experiência específica nas áreas cível e criminal.
  3. – Consumo de mídia: 74% utilizam regularmente redes sociais, e 65% consomem conteúdo de blogs e podcasts.
  4. – Confiança na imprensa: 73% dos novos magistrados declararam confiar nos meios de comunicação tradicionais.
  5. A pesquisa também revelou que a grande maioria dos novos magistrados (95,6%) não possui filhos e 78% são solteiros, refletindo uma tendência de priorização da carreira nesta fase inicial.

O levantamento foi realizado durante uma aula sobre “O Judiciário e a Imprensa” ministrada pelo assessor especial de imprensa José Carlos Tedesco aos novos magistrados.

O módulo faz parte do programa do 38º Curso Oficial de Formação Inicial organizado pela Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj). Para o presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, o curso contribui na preparação dos novos juízes para o início de uma jornada árdua, mas honrosa, dedicada a servir a sociedade fluminense.

“A tarefa de julgar é uma das mais sublimes e exigentes do serviço público. Cada decisão que proferirem terá impacto profundo na vida das pessoas. Portanto, cabe-nos a interpretação da lei com sabedoria, aplicando-a de forma a garantir que o julgamento seja justo e equitativo. Este é um compromisso que exige dedicação e abnegação”.

Informações da coluna do Ancelmo Gois em O Globo

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