Tribunal de Justiça do Rio autoriza quebra dos sigilos bancário e fiscal de Carluxo

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente da República, teve os sigilos bancário e fiscal abertos por decisão do Tribunal de Justiça do Rio. Carluxo é investigado pelo Ministério Público do Rio desde julho de 2019 por suspeita de praticar rachadinha e nomear “funcionários fantasmas”,  em seu gabinete na Câmara Municipal do Rio. Segundo…

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente da República, teve os sigilos bancário e fiscal abertos por decisão do Tribunal de Justiça do Rio. Carluxo é investigado pelo Ministério Público do Rio desde julho de 2019 por suspeita de praticar rachadinha e nomear “funcionários fantasmas”,  em seu gabinete na Câmara Municipal do Rio.

Segundo o portal UOL, o MP abriu dois procedimentos para investigar o caso após uma reportagem revelar na revista Época, em 20 de junho de 2019, que Carlos empregou sete parentes de Ana Cristina Valle, segunda mulher do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e sua ex-madrasta. Na reportagem, duas pessoas admitiram que nunca trabalharam para o vereador, embora estivessem nomeados.

O filho do presidente empregou 17 pessoas, que tinham laços familiares com outro funcionário, no gabinete dele na Câmara do Rio, desde 2001, segundo levantamento feito pelo GLOBO.

O caso de Carlos Bolsonaro começou a ser investigado pelo ex-procurador-geral de Justiça do Rio, Eduardo Gussem, que deixou o cargo em janeiro. No entanto, depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, no ano passado, que os vereadores não possuem direito a foro especial, o caso foi enviado para a primeira instância. Ele hoje tramita na 1ª Promotoria de Investigação Penal. Há outro procedimento para apurar improbidade administrativa

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