O Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu a participação da oposta Tifanny Abreu, do Osasco São Cristóvão Saúde, na semifinal da Copa Brasil de Vôlei Feminino 2026. A decisão, proferida pela ministra Cármen Lúcia na tarde desta sexta-feira (27), impediu que a Prefeitura e a Câmara de Londrina (PR) vetassem a presença da atleta na partida.
Com o respaldo jurídico, Tifanny entrou em quadra no Ginásio Moringão e ajudou o Osasco a vencer o Sesc RJ Flamengo por 3 sets a 0, carimbando o passaporte para a grande final do torneio.
A polêmica começou após a Câmara Municipal de Londrina aprovar um requerimento para barrar a jogadora, fundamentado em uma lei municipal que proíbe a inscrição de atletas transsexuais em competições na cidade.
A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) contestou a medida, levando o caso à instância máxima do Judiciário. Além da vitória no STF, a defesa da atleta já havia obtido, na quinta-feira (26), uma liminar favorável junto ao juiz Marcus Renato Nogueira Garcia, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR).





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