Chegam a oito o número de mortes em São Paulo, depois que um temporal atingiu a capital e a região metropolitana e parte do interior, na última sexta-feira (3). Quatro dias após as fortes chuvas e ventanias, ainda há 200 mil imóveis sem energia elétrica.
A oitava morte foi confirmada nesta terça-feira (7) pela Defesa Civil de São Paulo. A vítima foi atingida por uma árvore em Ibiúna, no interior. Ela estava internada e não resistiu. O governo paulista não deu mais detalhes sobre o caso.
Outras quatro pessoas também morreram em razão de quedas de árvores. Foram duas na zona leste de São Paulo, uma em Osasco e outra em Suzano, na Grande São Paulo
Em Santo André, no ABC paulista, uma pessoa morreu após a queda da parede do 18º andar de um prédio em construção. E em Limeira, no interior do estado, a vítima fatal foi atingida por um muro.
Em Ilhabela, no litoral norte do estado, uma embarcação naufragou e um dos tripulantes não resistiu. Outros dois foram socorridos e encaminhados ao serviço de saúde.
A Defesa Civil diz ter atendido neste período cerca de 100 desabamentos em todo o estado, em ocorrências com danos em muros, casas e destelhamentos de imóveis. Foram mais de 2 mil chamados para ocorrências em 40 cidades.
De acordo com a Sabesp, as cidades com mais problemas de abastecimento de água provocados pela falta de energia são Cotia, Jandira, Vargem Grande Paulista e Pirapora do Bom Jesus.
“A Companhia continua trabalhando de forma emergencial para abastecimento dos locais críticos com caminhões-tanque. A Sabesp agradece o apoio da população e recomenda que os clientes priorizem o uso da água para higiene e alimentação até que o abastecimento esteja normalizado”, afirmou.
De acordo com a Enel, concessionária que distribui energia elétrica para a capital e 23 cidades da Grande São Paulo, cerca de 200 mil imóveis continuam sem luz nesta terça-feira (7/11). A empresa prometeu restabelecer o fornecimento em toda a área de concessão até o final do dia.
Com informações do Metrópoles





