Revista Fórum – Pré-candidato à reeleição ao Senado, o líder da minoria na casa, Jean Paul Prates (PT-RN) recebeu a pré-candidata do MDB à presidência, senadora Simone Tebet (MS), em um almoço em sua casa em Natal esta semana.
“Foi uma visita de cortesia. Sou o Líder da Minoria no Senado e não poderia deixar de convidar para um almoço a líder da bancada feminina no senado que se encontrava em Natal para um merecido descanso”, disse à Fórum.
“Nada mais natural que estivessem presentes também dois dos maiores expoentes do Partido da senadora aqui no RN. É claro que a política foi também parte das conversas quando se juntam em torno de uma mesa um grupo como esse”, disse o senador.
No cardápio do bate-papo foi colocada na mesa a aliança entre os dois partidos no Estado. Garibaldi, que também é pré-candidato ao Senado, tem conversado com a governadora Fátima Bezerra (PT), que disputará a reeleição.
Para Jean Paul, assim como no Brasil, a aliança no Estado tem o objetivo de derrotar o bolsonarismo.
– No RN, assim como no Brasil, o objetivo das alianças que o PT vai construir é derrotar o Bolsonarismo. Fátima Bezerra tem demonstrado com sua gestão e sua política de combate à pandemia o quão positivo é um governo livre do fanatismo e de ataques à ciência. Mas alianças são construídas em torno de metas e elas vão ser discutidas com todos os partidos que possam ter alguma afinidade com elas. Não discutimos alianças em torno de cargos – disse, ressaltando que é “pré-candidato ao Senado e já deixei claro isso”.
Sobre uma possível aliança nacional com o MDB, seja no primeiro – com a desistência de Simone Tebet da disputa – ou no segundo turno – em uma eventual disputa entre Lula e Jair Bolsonaro (PL) – Jean Paul diz que ainda há tempo para o debate e que “muita coisa pode ser mudada”.
– O MDB tem pré-candidata a presidência. Temos muito tempo ainda para discutir possíveis alianças e isso está sendo muito bem conversado por Lula com representantes de vários partidos. Por enquanto o que temos no quadro político é o lançamento de nomes que servem para ocupar espaço de mídia e testar possíveis cenários. Apenas Lula surge realmente como um candidato capaz de derrotar Bolsonaro. Por isso muita coisa pode mudar ainda.






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