A partir deste domingo (15), o Rio de Janeiro ganha o reforço da nova Força Municipal, unidade armada com 600 agentes focada exclusivamente no combate a roubos e furtos. A operação começa de forma gradual, com bases estratégicas em Irajá, Leblon, Inhoaíba e Piedade.
Tecnologia e armamento
Com um custo anual de R$ 5,1 milhões, o efetivo utilizará pistolas Glock 9mm e armas de choque. O diferencial da tropa é o monitoramento 24h: todos os agentes usarão câmeras corporais obrigatórias, transmitindo imagens em tempo real para uma central capaz de intervir remotamente e rastrear desvios de rota.
Foco na mancha criminal
O planejamento baseia-se em dados que apontam que 50% dos crimes de rua ocorrem em apenas 5% do território da cidade. Segundo o prefeito, a Força não substitui a Polícia Militar, mas atua como apoio especializado em áreas críticas.
O que a Força Municipal NÃO faz:
- Atendimento via 190 ou 1746;
- Operações contra o crime organizado;
- Investigações criminais;
- Controle de multidões ou fiscalização de ordem pública.
A tropa contará com 118 veículos e dispositivos móveis para registro digital de ocorrências, garantindo agilidade no envio de relatórios e recepção de missões.






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