A partir desta quinta-feira (23), no Rio de Janeiro, crianças e adolescentes de 10 a 14 anos começam a receber a segunda dose da vacina contra a dengue. O imunizante estará disponível em todas as 238 unidades de Atenção Primária do município, a partir das 14h. Podem se vacinar aqueles que receberam a primeira dose há pelo menos três meses, conforme a data da aplicação inicial. A orientação é do Ministério da Saúde (MS).
A faixa etária selecionada pelo Ministério da Saúde é considerada a de maior risco para hospitalizações decorrentes da doença.
A campanha de vacinação para este grupo começou em 23 de fevereiro e, até o final da primeira etapa, mais de 130 mil doses foram aplicadas. A partir desta quinta-feira, as crianças e adolescentes podem completar o esquema vacinal, respeitando o intervalo de três meses desde a primeira dose, verificando no comprovante de vacinação a data marcada para a segunda dose.
Para receber a vacina, o menor de idade deve estar, preferencialmente, acompanhado de um responsável e apresentar um documento de identidade e o comprovante de vacinação, se disponível.
A expectativa é que todas as crianças e adolescentes que tomaram a primeira dose completem o esquema vacinal, inclusive aquelas que já tiveram dengue.
Quem teve um quadro recente da doença deve esperar seis meses desde o início dos sintomas para tomar a primeira dose da vacina, e 30 dias para a segunda dose, se o quadro de dengue ocorreu após a aplicação da primeira dose.
As contraindicações para o imunizante incluem indivíduos que tiveram alergia grave a um dos componentes da vacina ou após uma dose anterior da mesma, indivíduos imunocomprometidos, pessoas com infecção por HIV sintomática e gestantes ou lactantes.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a vacina contra a dengue é segura e eficaz, tendo sido aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A campanha integra o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do governo federal, com o Brasil sendo o primeiro país do mundo a incorporar este imunizante à rede pública de saúde.
Com informações de O Globo.





