Em pesquisa divulgada nesta terça-feira (10) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), realizada pelo instituto MDA, o presidente Jair Bolsonaro teve 53,9% de rejeição, ou seja, de entrevistados que disseram que não votariam nele de jeito nenhum. É o segundo maior número, superado apenas por João Doria (PSDB), que tem 68% de rejeição.
Já no caso do ex-presidente Lula, 44,1% dos entrevistados disseram que não votariam no petista, lançado pré-candidato à Presidência da República no último sábado. Já o percentual de pessoas que disseram que votariam com certeza em Lula se ele for candidato a presidente foi de 35%, maior resultado obtido entre os candidatos pesquisados.
Em relação ao candidato do PDT, Ciro Gomes o percentual de pessoas que disseram não votar nele de jeito nenhum foi de 48,2%, a terceira maior rejeição captada pela pesquisa.
No extremo oposto, a pesquisa também mediu o potencial de votos de Bolsonaro: pessoas que disseram que votariam com certeza no atual presidente se ele for candidato este ano. Nesse caso, o percentual obtido pelo presidente da República foi de 28,2%. Outros 15,4% disseram que poderiam votar em Bolsonaro.
Entre os que disseram não conhecer Bolsonaro estão 0,6% dos entrevistados. Já 1,9% disseram não saber se votariam ou não no atual presidente ou não responderam.
O percentual de entrevistados que disseram que poderiam votar no petista Lula foi de 18,6%. Outros 2% disseram não o conhecer e 2,1% disseram não saber ou não responderam.
No caso de Doria, 13,6% responderam não o conhecê-lo. Já 1,1% declarou que votaria com certeza em Doria se ele for candidato a presidente neste ano e outros 16,8% disseram que poderiam votar nele.
Dos entrevistados, 4,3% disseram que votariam com certeza em Ciro Gomes se ele for candidato a
presidente este ano e 39,5% disseram que poderiam votar nele. Entre os que disseram não o conhecer estão 5,2% e 2,8% disseram não saber ou não responderam.
O instituto entrevistou 2.002 eleitores por telefone entre os dias 4 e 7 de maio. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95,6%. A pesquisa foi contratada pela CNT e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-05757/2022.






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